 Música: Die Alte - Mozart
A máquina do tempo
A mente, a máquina de perverter o tempo, Convidou-me para uma singela reflexão. Bem cedo, olhei o céu azul, vi o sol surgindo E no quintal brincava alegre o meu velho cão. Deu-me um bom dia mudo, alegre e sincero, Lambeu as minhas mãos, pulou em meu peito Numa cerimônia de alegria, de felicidade, Sem paixão, sem razão e sem preconceito... O presente é sempre o tempo do cão. Passado e futuro, tempos do homem, Cronometrados pela faculdade da razão Em eternos amanhãs, agora e ontem...
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